O sangue do paciente é o recurso mais valioso. Nós ajudamos a preservá-lo.
PBM Insight é a plataforma digital que leva os protocolos de Patient Blood Management ao ponto de cuidado — com manejos para anemia (baseado no Protocolo de Tratamento Farmacológico da Anemia UNIFESP/HSP/SPDM) e trombocitopenia, oferecendo velocidade para o médico e inteligência analítica para o gestor hospitalar.
Fundamentado no Protocolo de Tratamento Farmacológico de Anemia e Diretrizes para Terapia com Eritropoetina — documento marco que reúne UNIFESP, Hospital São Paulo e SPDM, com 46 referências científicas e alinhamento RENAME/SUS. Endossado pela OMS (WHA63.12), com diretrizes ASH 2019, PCDT PTI (Portaria 41/2026) e parceria COLSAN.
PBM melhora desfechos clínicos e reduz custos
O maior estudo do mundo sobre PBM — 605.046 pacientes em 4 hospitais da Austrália Ocidental (2008–2014) — comprovou reduções significativas em mortalidade, complicações e consumo de hemocomponentes.
Redução no uso de hemocomponentes (Leahy MF et al., Transfusion, 2017): glóbulos vermelhos −41%, plasma −47%, plaquetas −27%.
Os 3 pilares do PBM (OMS)
1. Detecção e manejo da anemia
Diagnóstico da causa, tratamento com ferro, B12, folato ou EPO antes de considerar transfusão.
2. Minimização da perda de sangue
Técnicas hemostáticas, manejo de anticoagulantes e coagulopatias para preservar o sangue do paciente.
3. Tolerância à anemia fisiológica
Otimização da oxigenação e débito cardíaco para tolerar níveis mais baixos de hemoglobina com segurança.
Manejo de Anemia em 7 etapas
Baseado no Protocolo de Tratamento Farmacológico de Anemia e Diretrizes para Terapia com Eritropoetina — documento marco com 46 referências científicas, alinhamento RENAME/SUS e endosso OMS (WHA63.12).
Contexto clínico
12 cenários clínicos (3 cirúrgicos + 9 não cirúrgicos) do protocolo UNIFESP/HSP/SPDM.
Valores laboratoriais
Hb, VCM, ferritina, saturação de transferrina, PCR, B12, folato, reticulócitos, creatinina e peso.
Diagnóstico etiológico
Motor automático: ferropriva, doença crônica, megaloblástica, mista e anemia da DRC.
Tratamento farmacológico
Ferro oral (4 sais), ferro IV (3 formulações), B12 IM/oral e folato.
Diretrizes de EPO
Indicações, doses, ajuste, resistência, biosimilares e efeitos adversos.
Medicamentos SUS/RENAME
Disponibilidade SUS, RENAME e alternativas terapêuticas.
Registro e bolsas evitadas
Registro estruturado da decisão clínica e cálculo automático de bolsas evitadas.
Manejo de Trombocitopenia em 4 etapas
Motor de decisão clínica com 7 cenários, incluindo PTI, cirrose/hepatopatia, mielodisplasia, pré-operatório, sangramento ativo e condições virais. Baseado nas telas reais do manejo.
Contexto clínico
Seleção múltipla entre: cirurgia/procedimento programado, gestante, paciente crítico (UTI), ou avaliação ambulatorial sem urgência.
Condição de base
Seleção múltipla entre: cirrose/hepatopatia, PTI (suspeita ou confirmada), neoplasia/SMD, uso de anticoagulantes/antiagregantes, infecções virais (dengue, COVID-19, hepatites) ou nenhuma condição.
Plaquetas & Sangramento
Seleção da faixa de plaquetas (<10k, 10–30k, 30–50k, 50–100k,> 100k) e presença/gravidade do sangramento: grave, cutâneo-mucoso ou ausente.
Falha ou contraindicação a corticoides
Pergunta aplicável apenas em casos de PTI: houve falha terapêutica, contraindicação ou situação em que a pergunta não se aplica?
Inteligência analítica que transforma gestão em resultados
Dados reais para comitês transfusionais, acreditação hospitalar e negociação com planos de saúde. Cada bolsa evitada é mensurável — e gera economia.
Relatórios analíticos
Aderência ao protocolo, bolsas evitadas, engajamento e benchmarking com metas OMS.
Oportunidades de economia
Custos reais, projeção de economia, comparativos e dados para negociação com fontes pagadoras.
Melhoria nos desfechos clínicos
Redução de mortalidade, infecções, AVC/infarto e tempo de internação, com indicadores acompanháveis.
Relatórios disponíveis
1. Economia Transfusional Mensal
2. Aderência às Metas OMS
3. Painel Executivo Trimestral
4. Tendência de Consumo
5. ROI do Programa PBM
6. Engajamento e Adoção
7. Impacto Coletivo da Rede
8. Perfil de Decisão Clínica
9. Forecast de Demanda
10. Benchmark entre Hospitais
11. Efetividade dos Protocolos
12. Padrões de Busca Científica
13. Dados para Submissão Acadêmica
14. Impacto Digital em Saúde
15. Evolução Longitudinal
16. Relatório Consolidado para Editais
Instituições que implementam PBM reduzem custos, melhoram indicadores de acreditação e liberam leitos mais rápido.
Segurança, conformidade e responsabilidade digital
O PBM Insight segue rigorosamente as normas brasileiras de proteção de dados e segurança da informação, incluindo LGPD, boas práticas de desenvolvimento seguro e padrões internacionais.
LGPD & Privacidade
Portal do titular, DPO dedicado, minimização de dados, criptografia e controle de acesso.
Segurança da Informação
OWASP, NIST, MFA, logs de auditoria, segregação de ambientes e arquitetura zero-trust.
Regulatório ANVISA
O PBM Insight não se enquadra como SaMD segundo RDC 657/2022 e RDC 751/2022.
Perguntas frequentes
As dúvidas mais comuns sobre o PBM Insight, sua aplicação e funcionamento.
Não. É uma ferramenta de apoio baseada em protocolos publicados. A decisão final é sempre do médico.
Não. Não realiza diagnóstico automatizado nem recomenda condutas independentes.
Hospitais públicos e privados, hemocentros, clínicas cirúrgicas e instituições de ensino.
Sim. Permite que um médico atue em várias instituições com permissões separadas.
Não. A plataforma utiliza IA, atualizações científicas e dados analíticos em tempo real.
Sim. Treinamento remoto para médicos, gestores e curadores da biblioteca.